30/03/2021 às 08h47min - Atualizada em 30/03/2021 às 08h47min

OPERAÇÃO CONJUNTA ENTRE POLÍCIA CIVIL DO DISTRITO FEDERAL E POLÍCIA CIVIL DE GOIÁS PRENDEM SUSPEITOS DE INTEGRAR ORGANIZAÇÃO CRIMINOSA EM CATALÃO-GO

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A Polícia Civil de Goiás, através da equipe do Genarc/9a DRP, em apoio à Polícia Civil do Distrito Federal, através da Coordenadoria de Crimes Patrimoniais/CORPATRI, na manhã de hoje, 30.03.21, após meses de investigação e troca de informações com uso de inteligência policial, deflagraram a Operação Rosso Corsa no Distrito Federal e em Goiás.

Na cidade de Catalão o objetivo foi cumprir Mandados de Prisão Preventiva em face de dois integrantes de uma organização criminosa, atuante no DF e em GO, especializada na receptação de veículos furtados/roubados, adulteração de sinais identificadores de veículos e na falsificação de documentos públicos.

As diligências iniciaram às 06hs da manhã e os dois alvos desta ação foram localizados em suas residências e de imediato foram presos. Um dos suspeitos de 47 anos de idade é empresário do ramo de peças para veiculos e o outro de 44 anos de idade possui uma loja de venda de motocicletas nesta cidade de Catalão.

Após as formalidades legais, os investigados serão encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição do Poder Judiciário do Distrito Federal.

De acordo com as investigações iniciadas pela PCDF, a qual teve apoio da PCGO, trata-se de investigação visando desarticular uma organização criminosa especializada em clonar veículos de luxo. Estão sendo cumpridos 09 Mandados de Prisão Preventiva e 13 de Busca e Apreensão nas regiões de Santa Maria e nos municípios de Novo Gama e Luziânia, no Entorno do DF, e na cidade de Catalão-GO.

Ainda de acordo com as investigações, iniciadas no final do ano passado, o grupo tem atua no Distrito Federal, Entorno do DF e em Goiás e especializou-se na receptação e adulteração de sinais identificadores de veículos, assim como na falsificação de documentos públicos. Segundo as apurações, o líder do grupo criminoso adquiria e receptava veículos furtados e roubados, escondendo-os para que seus comparsas adulterassem os números de chassi, vidros, motor e placas.

Os integrantes da organização criminosa também emitiam documentação falsa (CRLV) e, com a clonagem finalizada, o carro era anunciado a uma rede de receptadores que sabia da procedência ilícita. As investigações mostraram que a maioria dos veículos mais novos e caros, como utilitários e esportivos, era vendido e adulterados para receptadores específicos.

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