16/04/2021 às 10h31min - Atualizada em 16/04/2021 às 10h31min

Goiás registra queda no número de pessoas que esperam por UTI-Covid

Ocupação de UTIs públicas e privadas permanece na faixa de 80% no estado. Número ideal é abaixo de 70%

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ilustrativa: Jackson Alves

estado de Goiás registrou queda no número de pessoas que aguardam por uma vaga de Unidade Terapia Intensiva (UTI) destinada para o tratamento exclusivo da Covid-19. Até a manhã de quinta-feira (15), segundo o Complexo Regulador Estadual (CRE), 59 adultos e uma criança estavam na fila de espera por um leito. O número é quase sete vezes menor do que o pico de espera registrado em março, quando 384 pacientes aguardavam o mencionado tipo de internação.

As cidades com maior demanda por UTI são Cidade Ocidental (7), Valparaíso (5), Jataí (4), Goiânia e Anápolis, ambas com 3 pessoas aguardando por uma vaga.

Com relação à espera por leitos de enfermaria, o CRE possui 81 solicitações por vagas neste tipo de local para adultos e um pedido para enfermaria pediátrica destinada especificamente para tratar pessoas contaminadas pelo coronavírus.

Ocupação de leitos

O índice de ocupação de UTIs em Goiás permanece na faixa de 80%. Na manhã desta sexta-feira (16), a rede pública e privada têm, juntas, 83,37% dos leitos ocupados no território goiano. Em Goiânia, a taxa atual é de 84,31%. Já a ocupação nas enfermarias é de 52,38% no estado e 60, 04% na capital. Os números são da Secretaria da Saúde (SES-GO).

Segundo consta no painel eletrônico divulgado pela pasta, a rede pública possui ocupação de 81,25% das UTIs destinadas exclusivamente para o tratamento da Covid-19. A porcentagem referente às enfermarias é de 64,86%. Na rede privada, a ocupação das unidades de terapia intensiva é de 87,61%, enquanto na enfermaria o número é de 67,11%.

Já em Goiânia, 81,25% das UTIs e 64,86% das enfermarias da rede pública estão ocupadas. Na rede privada, a taxa de ocupação é de 87,13% para UTIs e 70,36% para enfermarias.

Os índices de ocupação têm apresentado leve queda nos últimos dias. Os índices já chegaram a ultrapassar 100% em Goiás na primeira quinzena de março, mês considerado como o pior período da Covid-19 desde o início da pandemia no estado.


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