15/07/2022 às 15h17min - Atualizada em 15/07/2022 às 15h17min

Instituto AOCP afirma que provas do concurso da PMGO não serão anuladas

Segundo o AOCP, como os registros foram feitos antes do início da prova “não ocorreu nenhuma violação de sigilo das provas que possa ocasionar a anulação das mesmas”.

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Montagem / Dia Online

 Instituto AOCP, responsável pela organização do concurso público da Polícia Militar de Goiás (PMGO), informou que o certame não será cancelado, mesmo após fotos feitas dentro das salas de aplicação estarem circulando nas redes sociais.

Ainda sobre o caso, a banca examinadora ressaltou que a candidata responsável por fazer e divulgar a imagem do caderno de provas, no dia da aplicação, será desclassificada do concurso.
 

A primeira etapa aconteceu nesta domingo (10/7) com a aplicação das provas. O objetivo do processo seletivo é o preenchimento de mais de  mil vagas, com salários de até R$ 6,3 mil.

As fotos que foram tiradas nas salas de aplicação, e que circulam nas redes sociais desde então, mostram folhas de resposta em branco, pessoas sentadas nas carteiras e até a identificação de um candidato.
 

Nesta terça-feira (11) a Secretaria de Estado da Administração (Sead) cobrou um posicionamento do Instituto AOCP, além de exigir que a banca apure sobre vazamento das fotos e a identifique quem fez as fotos, com a intenção de tomar as medidas necessárias.

O Instituto, por outro lado, disse que as folhas de resposta e a folha definitiva da redação que aparecem nas fotos não estão preenchidas. Deste modo as imagens foram feitas antes do início da avaliação, quando os cadernos ainda não tinham sido entregues.
 

“Todos os candidatos nesse momento já deveriam estar com os seus celulares lacrados em um envelope fornecido pela organizadora do concurso. A candidata que tirou as fotos violou as regras do edital e será eliminada”, disse a banca.

Segundo o AOCP, como os registros foram feitos antes do início da prova “não ocorreu nenhuma violação de sigilo das provas do concurso público que possa ocasionar a anulação das mesmas”.
 

Em relação a uma outra foto, a examinadora informou que trata-se de documentos administrativos relacionados ao concurso e que estas foram feitas em ambiente reservado. Assim, não há motivos para que as avaliações sejam anuladas.

Por fim, a justificativa para uma terceira foto, que mostra um candidato segurando o caderno de provas, é de que os concurseiros poderiam levar o caderno após o fim da prova. Nesse momento é que o registro teria sido feito, segundo o instituto.
 

“Por fim, esclarecemos que não ocorreu nenhum fato que pudesse comprometer a lisura do concurso público realizado, bem como a divulgação do gabarito das provas antes do momento disposto no edital do concurso”, completou o AOCP.

 

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